Bem... nem sei bem por onde começar!
Este ano foi recheado de muito trabalho e coisas boas.
em Janeiro, estava a trabalhar, e a fazer a pós graduação, fizemos 6 anos de namoro e fomos a um jantar muito especial e ganhamos uma prendinha fantástica que nos vai servir de lua de mel!
em Fevereiro, estava com as aulas da pós graduação, fizemos um jantar de todo o pessoal da terrinha e começou-se a falar mais concretamente do casamento.
em Março, terminei a pós graduação, o meu menino começou a trabalhar apenas no negocio dele, inscrevi-me para tirar o CAP, conheci o factory e frequentei alguns worksohps de lá
em Abril, começaram as aulas do cap, intensas...
em Maio, fui à Queima!!! fizemos a despedida de solteira da N. e ela casou-se!
em Junho, CAP, trabalho, trabalho CAP - fim do CAP
em Julho, compramos grande parte da mobília para a casa (sofás, camas, mesinhas, secretárias, minibar, blabla blabla! já temos 2 quartos e a sala de estar em pontaria ;) ) só foram 3 dias doidos a carregar moveis em condições inacreditáveis! a recordar!, matei saudades do meu P. que anda fugido por esse mundo fora, e é sempre um gosto estar com ele! a pessoa que me conhece há mais anos!!! ah, e ainda dei cabo da lateral do carro contra um muro para não bater de frente...resultado: fui eu a pagar tudi! - praia praia praia!!
em Agosto...alguns workshops do factory...banhada total no Pacha!!!!que supostamente ia ser altamente e tal... fiesta foi o paradeiro final. jantar à maluca assim de repente no santoinho! foi fixe! sempre a mesma querida aquela C. Wc a andar em escolhas e pagamentos... Alina vem trabalhar para Braga e amanha-te sozinha que o patrão não esta! semanas complicadas! obrigada L. por me teres ajudado!!!!
em Setembro, comprei o meu querido, adorado e contestado tablet!!!! esperei todo o verão por ele!
em Outubro, comecei a ir ás danças de salão - ja somos dos melhores pares da turma que já tem anos!! hahaha, fui a um jantar de noivinhas e adorei! fiz anos e recebi o livro as sombras de grey e o um relógio que andava a namorar há séculos da swatch! comecei a dar as aulas da formação da Qualidade na kerigma, fui ás feiras de noivas, e não vi nada de especial.
em Novembro, trabalho e curso, curso e trabalho.
em Dezembro, jantar de gala das danças, que foi o terror só fome! jantar em Coimbra que já não estava com o pessoal há séculos, bom noite porreira, pena só encontrar a madame I. em Coimbra quando esta a meia dúzia de km de mim, mas pormenores a parte..., jantar de natal com as meninas, prendinha anos H. - perfume super bom blue da chanel - Vaticano porreiro mas pés que não perdoam, nada de prendas de natal aqui em casa, nem pinheiro, porque estávamos a contar com a casa nova. prenda de natal do H. por escolher, e que não era suposto, mas coisas dele la terá de ser (vai dar-me uns brincos porque esta farto de me ver com os meus lol) o meu estagio foi finalmente aceite!!!!! 9 meses aqui vamos nós!!
Fora isto:
casamento: tudo marcado, pormenores a serem resolvidos (e a dar muita dor de cabeça) convites quase prontos, entrega para meio de Janeiro.
casa nova: quase pronta, raio do carpinteiro não se mexe! minha parte só depois do casamento loool
estudos: em stand by! não quero saber de mais nada nos próximos tempos! a estudar estudo sozinha e em casa. não tenho tempo.
para 2013:
ui! um ano cheiiiiiioooooo!!!!
- entregar convites
- acertar pormenores
- preparar casamento
- casamento
- arranjar dinheiro para as obras e mobília
- por o negocio do príncipe a rolar de uma vez
- comprar um carro!
- trabalhar, trabalhar, trabalhar! adoro o meu trabalho, e o ambiente e as perspectivas e tudo e tudo!!
- natal em "nossa" casa!
e... assim foi o meu 2012 e será 2013!
Mostrar mensagens com a etiqueta fado coimbra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta fado coimbra. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Coimbra dos amores, Coimbra dos doutores: obrigado
"No início vi-te como uma prisão. Afastavas-me de tudo o que mais gostava. Eras a personificação de todos os males. Julgava-te causadora de infelicidades extremas e cólicas de saudades. Amaldiçoava o dia em que era obrigado a retornar aos teus braços e, ao chegar, contava os segundos que faltavam para partir. De certa forma, fazias-me sentir deslocado. Obrigavas-me a crescer todos os dias. Agora, a mãe não estava para me fazer o almoço, ou o jantar; o pó não desaparecia por magia e acumulava-se a uma velocidade vertiginosa; as constipações pareciam operações ao apêndice e, só o ligeiro pensamento de uma operação desse género, era sinónimo de noites e noites de insónias. Fizeste de mim homem, e se queres que te seja sincero, não sei quando é que tudo mudou entre nós. Hoje sinto-nos numa sintonia perfeita. A verdade é que cresceste em mim, e eu cresci contigo. A verdade é que és um casulo onde entramos meninos e saímos homens.
Custa-me ouvir-te falada nas bocas dos outros como uma cidade de tradições obsoletas. Como um conjunto de regras disfarçadas de rituais que vêm passando de geração em geração. Para mim, tradição nunca foi sinónimo de códigos ou condutas. Sempre foi sinónimo de tudo o resto. Não me interpretes de forma errada: é com o maior orgulho que uso as tuas vestes. Mas, sinceramente, arrepia-me da mesma forma a tua imagem ao luar sobre o Mondego. Acredita quando te digo que o sol de Coimbra é diferente do sol do resto do mundo. É o único sol que me causa um sorvedouro miudinho nas veias, como se o sangue corresse ao contrário quando me sento numa esplanada a admirar as tuas árvores, a tua calçada, ou a disposição de todos os teus edifícios. Nem o musgo, que se vai multiplicando com o tempo nas tuas paredes, me deixa indiferente. Sinto tudo isso. Sinto como se todos os dias fossem o último, e a saudade - que nos obrigas a aprender - estivesse ao virar da esquina. Aprendi a admirar-te porque, para o bem ou para o mal, te comecei a sentir como uma extensão de mim. E faltam-me as palavras para descrever o orgulho que é ouvir-te cantada nas tuas entranhas históricas. És cidade de homens e mulheres em corpos de meninos. Quer queiramos, quer não, fazemos parte da tua mais refinada elite. Acredito que choras um Mondego de lágrimas quando fracassamos. Da mesma forma que o teu coração de pedras ancestrais se contrai de orgulho com os nossos sucessos. Um dia hei-de poder agradecer-te por tudo. Dificilmente conseguirei ser justo. Agradecer-te por tudo será sempre uma tarefa hercúlea. Agradeço-te, sobretudo, por me teres dado uma breve introdução ao amor. Por me teres apresentado um leque tão vasto de amores de bolso e me teres ensinado a amar de corpo inteiro e tripas de fora. Se hoje consigo amar como gente crescida a ti te devo. Obrigado.
Serás sempre recordada por nós como a ponte entre a nossa meninez e a idade adulta. Tenho pena de quem não teve o prazer de te conhecer. E tenho mais pena ainda de quem te conheceu, mas não soube amar-te. Assim sendo, este é o conselho que deixo a quem entra nas tuas portas: vivam como se acabasse amanhã, sintam como se fosse para sempre.
PedRodrigues" in: http://pedrodrigues.blogspot.pt/2012/04/coimbra-dos-amores-coimbra-dos-doutores.html
excelente escrita. belos tempos, amizades e recordações que essa bela cidade marca em tanta gente que por aí passa...
para todos os que sentem a grande dimensão e peso da palavra "Saudade":
aproveitem tudo o que essa cidade transmite e ensina. é grande, é linda, é Coimbra...
quarta-feira, 27 de abril de 2011
e eis que saem os preços
segunda-feira, 18 de abril de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
as minhas queimas... Coimbra
A queima das fitas 2007 ainda não acabou
A tradição de sempre... numa queima diferente
110 anos de sonho e tradição
momentos que passam...saudades que ficam
---------------------------------------------------------
os cartazes ao longo dos tempos...
(...)
(...)
(...)
(...)
(...)
(...)
(...)
1935
quem tiver curiosidade acerca de outros cartazes pode consultar aqui.
Tem alguns muito giros, e isto marca a tradição e a história de uma cidade...
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
UMA, falta-me apenas uma única cadeira para acabar o curso!
mas quem disse que tudo era um mar de rosas?!
num misto de euforia e tristeza é assim que nos vamos desprendendo de partes da nossa vida, aos poucos e poucos....
Houve alegria, tristeza, bons e maus momentos. Houve risos e choro, gargalhadas e brincadeiras. Boas e más noticias. Pessoas inesquecíveis, e outras dispensáveis...
Mas tudo isso faz parte. tudo isso é a universidade, tudo isso é Coimbra!
A segunda cidade do meu coração, a minha segunda terra, a minha segunda casa!
5 anos é muito tempo!
Sentes que um tempo acabou
Primavera de flor adormecida,
Qualquer coisa que não volta que voou,
Que foi um rio, um ar, na tua vida.
Primavera de flor adormecida,
Qualquer coisa que não volta que voou,
Que foi um rio, um ar, na tua vida.
E levas em ti guardado
O choro de uma balada
Recordações do passado
O bater da velha cabra.
Capa negra de saudade
No momento da partida
Segredos desta cidade
Levo comigo p’rá vida.
Sabes que o desenho do adeus
É fogo que nos queima devagar,
E no lento cerrar dos olhos teus
Fica a esperança de um dia aqui voltar.
É fogo que nos queima devagar,
E no lento cerrar dos olhos teus
Fica a esperança de um dia aqui voltar.
E levas em ti guardado
O choro de uma balada
Recordações do passado
O bater da velha cabra.
O choro de uma balada
Recordações do passado
O bater da velha cabra.
Capa negra de saudade
No momento da partida
Segredos desta cidade
Levo comigo p’rá vida.
Há boas noticias que doem...
que parece que nos arrancam partes de nós!
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
musicas |5
Amores de estudante
São como as rosas d'um dia,
Os amores de um estudante
Que o vento logo levou
Pétalas emurchecidas
Deixam no ar um perfume,
De um sonho que se sonhou.
Capas negras de estudante,
São como asas de andorinha
Enquanto dura o Verão.
Palpitam sonhos distantes,
Alinhados nos beirais
No palácio da ilusão.
Quero, ficar sempre estudante,
P'ra eternizar
A ilusão de um instante.
E sendo assim,
O meu sonho de Amor
Será sempre rezado,
Baixinho dentro de mim.
Os amores de um estudante
São frágeis ondas do mar,
Que os ventos logo varreram.
Pairam na vida um instante
Logo descem, depois morrem
Mal se sabe se nasceram.
Mocidade, Oh! Mocidade,
Louca, ingénua e generosa
E faminta de ilusão
Que nunca sabe os motivos
De quanto queira o capricho
Ou lhe diga o coração.
Quero, ficar sempre estudante,
P'ra eternizar
A ilusão de um instante.
E sendo assim,
O meu sonho de Amor
Será sempre rezado,
Baixinho dentro de mim
musicas |4
Traçadinho
Vejo a lua duas vezes
E o céu está a abanar
Que diabo aconteceu
Como é que aqui vim parar
As pernas estão a tremer
Isto agora vai ser bom
Queria cantar um fadinho
Mas não acerto com o tom
Refrão:
Desta vez estou mesmo à rasca
Vou me pirar de mansinho
Não volto àquela tasca
Não bebo mais traçadinho (2x)
Tenho a guitarra partida
Esta noite é p'rá desgraça
Não conheço esta avenida
Afinal o que se passa
Esta vida é de loucos
Esta vida é ir e vir
Porque um homem bebe uns copos
Começa logo a cair
Refrão
musicas |3
À meia noite ao luar
Á meia noite ao luar
Vai pelas ruas a cantar (2x)
O boémio sonhador
E a recatada donzela
De mansinho abre a janela
À doce canção de amor
(Ref)
Ai como é belo
Á luz da lua
Ouvir-se um fado em plena rua
Sou cantador apaixonado
Vibrando as cordas
A cantar o fado
Dão as doze badaladas
E ao ouvir-se as guitarradas (2x)
Surge o luar que é de prata
E a recatada donzela
De mansinho abre a janela
Vem ouvir a serenata
(Ref)
Ai como é belo
Á luz da lua
Ouvir-se um fado em plena rua
Sou cantador apaixonado
Vibrando as cordas
A cantar o fado
musicas |2
Estudantina universitária de Coimbra - Balada de despedida
Sentes que um tempo acabou
Primavera de flor adormecida,
Qualquer coisa que não volta que voou,
Que foi um rio, um ar, na tua vida.
E levas em ti guardado
O choro de uma balada
Recordações do passado
O bater da velha cabra.
Capa negra de saudade
No momento da partida
Segredos desta cidade
Levo comigo p’rá vida.
Sabes que o desenho do adeus
É fogo que nos queima devagar,
E no lento cerrar dos olhos teus
Fica a esperança de um dia aqui voltar.
E levas em ti guardado
O choro de uma balada
Recordações do passado
O bater da velha cabra.
Capa negra de saudade
No momento da partida
Segredos desta cidade
Levo comigo p’rá vida.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

























