sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
amigos #2
e embora já distantes, mas próximos na mesma, tenho saudades do pessoal de Coimbra, isa, di, cris, su, edu, ines... tenho saudades da Cláudia de Viana que é aqui tão perto. tenho saudades do fred e da mary, que volta e meia ainda nos vamos vendo. tenho saudades de lhes dedicar tempo, e cafés, e jantares, e festas e aquela juventude ja passada aos anos... tenho saudades do pedrinho, e do Cláudio. tenho saudades dos tempos antigos, onde eu era inocentemente feliz sem as coisas da vida adulta e do trabalho. tenho saudades de ver a tania e a princesa bebe... saudades....
amigos
há sempre uma dualidade que doí quando falamos de amigos.
ora são recentes e como estamos na fase do namoro, andamos sempre juntos, ora são mais antigos e amuam por tudo e por nada.
ando chateada com o grupo dos antigos, e é tão mais fácil estar com os recentes... e recentes já com dois anos e uma vivência diária, mas ok, recentes.
as mentalidades são completamente diferentes, hoje identifico-me mais com os amigos recentes, contudo os antigos são amigos de adolescência, sempre nos fomos acompanhando ao longo de muitos anos. mas uma merdinha ali, outra critica acolá, acções mais ou menos reflectidas e dá merda.
temos de nos resolver, mas as vezes nem sei se o quero fazer.... deixem.me reflectir mais um bocadinho....
fotografo
eu sei que já se passaram quase 7 meses e que ainda não tenho o video nem o álbum final do casamento. mas, devido a minha presidencial julgo que será já este domingo!!!
pelo menos ver o resultado.
adoro o meu fotografo, só tenho a dizer maravilhas. esta espera... bem será normal quando tem tão bons trabalhos e tanto trabalho a realizar. o meu foi especialmente feito pelos responsáveis da empresa, da mesma maneira que foram eles que acompanharam todo o meu casamento, antes, durante e depois, portanto, só pode sair boa coisa.
espero ansiosamente que seja já domingo!!!
pelo menos ver o resultado.
adoro o meu fotografo, só tenho a dizer maravilhas. esta espera... bem será normal quando tem tão bons trabalhos e tanto trabalho a realizar. o meu foi especialmente feito pelos responsáveis da empresa, da mesma maneira que foram eles que acompanharam todo o meu casamento, antes, durante e depois, portanto, só pode sair boa coisa.
espero ansiosamente que seja já domingo!!!
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
li e gostei
Estão a ver aquelas casas com chão de madeira, de tábuas largas, com fendas e rasgos pelos quais costumam cair, debaixo do soalho um espelhinho, um pente, uma moeda, um botão, uma missanga, mil coisas desse género, que ficam lá debaixo, no escuro?
Os meninos gostavam de deitar-se no chão e ficarem a olhar pelas gretas o chão da cave escura.
Quando um raio de sol passava pela frincha, lá em baixo brilham coisas esquecidas e perdidas, pequenas ninharias que se acumularam anos a fio.
Mas se um dia caísse uma jóia, então dava-se a descida ao mundo maravilhoso do "debaixo do soalho".
Os meninos entravam e era uma festa para os olhos e para o coração: centenas de coisinhas perdidas e reencontradas:
- Aquele berlinde.
- Aquele alfinete dourado.
- Oh!, aquela pedrinha que brilha!
Eram mil surpresas escondidas, acumuladas, perdidas anos a fio e que a casualidade de uma jóia caída fizera redescobrir.
Pois bem amigos, a vida de família é como o fundo do soalho, com mil pequenas alegrias e carinhos, com mil momentos de ternura, que vão caindo pelas fendas do tempo e do dia, e se vão esquecendo no fundo da vida.
Costumamos perder toda esta beleza pelo cansaço, pelo hábito, onde as pequenas atenções, o dizer bom dia, boa noite, onde o carinho pelos pais, pelos irmãos, pelos filhos, se tornam missangas caídas nas gretas da vida...
Mas um dia como esse pode ser uma ocasião de choque, de lembranças mais vivas do que foram as coisas.
Talvez seja o dia de tirar as tábuas do soalho, do redescobrir com alegria as pequenas coisas indispensáveis para o tempo de amor, da vida em família...
Os meninos gostavam de deitar-se no chão e ficarem a olhar pelas gretas o chão da cave escura.
Quando um raio de sol passava pela frincha, lá em baixo brilham coisas esquecidas e perdidas, pequenas ninharias que se acumularam anos a fio.
Mas se um dia caísse uma jóia, então dava-se a descida ao mundo maravilhoso do "debaixo do soalho".
Os meninos entravam e era uma festa para os olhos e para o coração: centenas de coisinhas perdidas e reencontradas:
- Aquele berlinde.
- Aquele alfinete dourado.
- Oh!, aquela pedrinha que brilha!
Eram mil surpresas escondidas, acumuladas, perdidas anos a fio e que a casualidade de uma jóia caída fizera redescobrir.
Pois bem amigos, a vida de família é como o fundo do soalho, com mil pequenas alegrias e carinhos, com mil momentos de ternura, que vão caindo pelas fendas do tempo e do dia, e se vão esquecendo no fundo da vida.
Costumamos perder toda esta beleza pelo cansaço, pelo hábito, onde as pequenas atenções, o dizer bom dia, boa noite, onde o carinho pelos pais, pelos irmãos, pelos filhos, se tornam missangas caídas nas gretas da vida...
Mas um dia como esse pode ser uma ocasião de choque, de lembranças mais vivas do que foram as coisas.
Talvez seja o dia de tirar as tábuas do soalho, do redescobrir com alegria as pequenas coisas indispensáveis para o tempo de amor, da vida em família...
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Por ca...
Andamos ... a inventar e magicar coisas... entidade patronal, prepara-te. Queres guerra, guerra vais ter.
3
2
1
É já amanha!
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Bizarro
Acabo de ver o 2o filme The Hunger Games, vou ao facebook e leio: NOTICIA DE ULTIMA HORA MORREU Philip Seymour Hoffman.
Tenho dito: bizarro!
Fim de semana
Trabalho, mota, cama cedo e aparvalhaar ate as tantas (tipo como os namorados).
Filme, passeiinho a praia e descanso.
Bello dolce fare niente! Adoroooo
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